Dia de sol, mas pode chover.
Porto Alegre é um feudinho. A cidade tem mais de 1,5 milhão de habitantes e todo o funcionamento da cidade é voltado para numa mentalidade de cidade com 25 mil habitantes.
Estamos perto de dois centros urbanos gigantescos, São Paulo e Buenos Aires, e não conseguimos mudar a nossa relação com a cidade.
Exemplifico: existiu um supermercado Nacional 24h no Shopping Iguatemi. Existiu. A cidade conseguiu expulsar a ideia. Fechou o supermercado e nunca mais abriu um 24h.
Aliás, não tem nada decente aberto 24 horas na cidade. Só loja de conveniência e farmácias. Mas cuidado, em Porto Alegre fecha no feriado! Até o que diz que não fecha.
Os bares tentaram, mas a cidade agrediu. Através dos nossos jestores, os bares abertos de madrugada perturbam e aumentam a violência na cidade. Falem isso para a menina que morreu à bala na Cidade Baixa ano passado.
Comércio aberto atrai freguês, não bandido.
Lembrei de uma bizarrice. A previsão do tempo . 100% da população reclama da previsão do tempo feita por um certo meteorologista de sobrenome alemão na rádio que carrega o gentílico em dia versão feminina de quem mora aqui no Rio Grande do Sul. Quem já ouviu um "vai fazer calor durante o dia mas coloque aquele casaquinho na bolsa né, tchê?" Ou, "Tempo firme, com sol, mas pegue seu guarda chuva..."
A impressão dada é que a previsão do tempo é feita pelo que se vê na janela do estúdio da rádio. Falando sério, problema é tecnologia. Os coitados dos meteorologistas não tem culpa de usarmos um equipamento que não consegue parecer direito o tempo.
Esses tempos assistindo um jogo da NFL pela tv e informaram que choveria dali a 13 minutos e que anchova duraria 20 minutos. E choveu por 20 minutos, com a chuva iniciando na hora certa.
Aqui não acertam nem a temperatura do dia. E nem o preço do camarão, daqui a pouco vai custar o mesmo que a grama do ouro.
No norte do país compramos um balde de camarão por menos da metade do preço que se paga o quilo aqui.
O portoalegrense acha que a cidade é a nova Zurique, mas na realidade é a nova Zurrilho.
Estamos perto de dois centros urbanos gigantescos, São Paulo e Buenos Aires, e não conseguimos mudar a nossa relação com a cidade.
Exemplifico: existiu um supermercado Nacional 24h no Shopping Iguatemi. Existiu. A cidade conseguiu expulsar a ideia. Fechou o supermercado e nunca mais abriu um 24h.
Aliás, não tem nada decente aberto 24 horas na cidade. Só loja de conveniência e farmácias. Mas cuidado, em Porto Alegre fecha no feriado! Até o que diz que não fecha.
Os bares tentaram, mas a cidade agrediu. Através dos nossos jestores, os bares abertos de madrugada perturbam e aumentam a violência na cidade. Falem isso para a menina que morreu à bala na Cidade Baixa ano passado.
Comércio aberto atrai freguês, não bandido.
Lembrei de uma bizarrice. A previsão do tempo . 100% da população reclama da previsão do tempo feita por um certo meteorologista de sobrenome alemão na rádio que carrega o gentílico em dia versão feminina de quem mora aqui no Rio Grande do Sul. Quem já ouviu um "vai fazer calor durante o dia mas coloque aquele casaquinho na bolsa né, tchê?" Ou, "Tempo firme, com sol, mas pegue seu guarda chuva..."
A impressão dada é que a previsão do tempo é feita pelo que se vê na janela do estúdio da rádio. Falando sério, problema é tecnologia. Os coitados dos meteorologistas não tem culpa de usarmos um equipamento que não consegue parecer direito o tempo.
Esses tempos assistindo um jogo da NFL pela tv e informaram que choveria dali a 13 minutos e que anchova duraria 20 minutos. E choveu por 20 minutos, com a chuva iniciando na hora certa.
Aqui não acertam nem a temperatura do dia. E nem o preço do camarão, daqui a pouco vai custar o mesmo que a grama do ouro.
No norte do país compramos um balde de camarão por menos da metade do preço que se paga o quilo aqui.
O portoalegrense acha que a cidade é a nova Zurique, mas na realidade é a nova Zurrilho.
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